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The Godfather



Gênero: Ação
Produtora: EA
Distribuidora: EA
Lançamento: 01/10/2005
Nota: 7,6


Revision
The Godfather poderia ser classificado simplesmente como mais um clone de Grand Theft Auto, mas este game tem como base o primeiro filme da ótima trilogia dirigida por Francis Ford Coppola "O Poderoso Chefão", o que já é um pusta diferencial.



A inspiração para o Kiko inchar as bochechas!

Este primeiro filme é ambientado basicamente em Little Italy, uma colônia italiana em Nova York, entre os anos 40 e 50 e conta com a presença das cinco famílias vistas nas telonas: Balzini, Tattaria, Fanucci, Maranzzale e, craro, Corleone.


"Tá vendo essas latas de goiabada? Fazem um estrago que tu nem imagina!
"

No game, que é bem fiel ao filme, o jogador encarna um jovem (com a aparência que você quiser, montado através de um editor) que, com um passado trágico, começa a prestar serviço para os Corleone com missões simples no começo, como dirigir carros em fugas, estorquir dinheiro dos comerciantes em troca de segurança e patrocinar traficantes.


A ceninha genérica de todo jogo de ação

Cumprindo essas basiquices, você vai subindo de cargo dentro da família, conquistando seu espaço e confiança para com os Corleone. Após a morte de Don Vito (Malon Branco), você se torna o homem-de-confiança de Michael Corleone (deveria ser Al Pacino), o único personagem que não tem face e voz dos atores reais do filme.


Curando dor de garganta!

Como já dito lá em cima, o enredo se apega nos fatos que acontecem no primeiro filme, porém com uma cronologia um pouco alterada, mas nada que desfigure a história. Coisas que não tiveram explicação de quem fez na telona devem ser feitas por você, como deixar a arma no banheiro para a vingança de Michael, ajudar a cortar a cabeça do cavalo e coloca-la na cama do produtor de filmes que se recusou a dar uma força para o cantor protegido da família, entre outras.


Como causar menstruação em homens!

Um detalhe interessante é que o game possui legendas em português, tudo bem que é de Portugal, o que fará com que você veja o título como "O Padrinho", mas que ajuda muito a galera na compreensão da história e objetivos.


Por que diabos a mina tá engatinhando para o fogo?

Os gráficos dos personagens estão bons, com expressões faciais bem realistas e boa sincronia nos movimentos labiais, porém os cenários são pobres e genéricos. Tudo bem que há alguns efeitos que pesam no processamento, como papéis voando nas ruas a praticamente todo momento, pombas, fumaça e outros detalhes que compensam a simplicidade das construções, além das ótimas explosões e efeitos de pirotecnia (ó só!).


Como conseguir uma explosão atômica com um coquetel molotov!

O som está na média do jogo, com pouca variedade de músicas, mas efeitos competentes e ótimas dublagens, que fazem com que as cenas refeitas virtualmente para o game fiquem idênticas às do filme.


"Deixa eu espremer essa espinha pra você..."

Os carros são ágeis e alguns até rápidos demais considerando que o game se passa nos anos 40 e 50, mas a realidade neste quesito só atrapalharia, como pode ser comprovado no game Mafia, em que os carros são tão lentos e molões a ponto de irritar.


"Deixa eu atirar nesse aqui porque o da esquerda é à prova de balas!"

Para os combates corpo-a-corpo, os controles são bem diferentes do que tudo que já se viu no estilo GTA. Com L1 você fixa um oponente e com o R3 você soca, controlando a força com o movimento da alavanca. Pode ser um pouco penoso no começo, mas depois que se pega o jeito, o sistema é bem eficiente. E, sim, lembra Fight Night Round Fuck.


"Cara, tô com uma dor nas costas que tu nem imagina!"

The Godfather é um game um pouco irregular, que alterna mais altos do que baixos (felizmente), mas que merece estar na prateleira pela fidelidade à obra original, pelos ótimos momentos que propicia em seus auges e também por ser o último e muito bem executado trabalho do grande Marlon Brando.

Prós e Contras
- Adiciona à história do filme
- Atores dublando seus vozes
- Missões porretas
- Sistema de combate bacana

- Sem Al Pacino
- A cidade poderia ser melhor arquitetada
- Poucos carros e personagens gerais
- Taxa de quadros cambaleante


Vídeo


Posted by Vivard 15:35 Links para esta postagem  



Twisted Metal: Black



Gênero: Corrida/Tiro
Produtora: Incognito
Distribuidora: SCEA
Lançamento: 18/06/2001
Nota: 9,6


Revision
Twisted Metal nunca esteve tão macrabro e sombrio como nessa versão do PS2. Os personagens são fantásticos e cativantes, montando uma atmosfera com um clima angustiante de raiva que toma o jogo, e olha estamos falando de um jogo de carros com tiro!



"♫ Cai cai avião cai cai avião com o meu trabução!"

Mas por quê mencionar isso se o game se resume em pegar um carro e estourar todo mundo? Simples: isso é o recheio do bolo que vem cheio de surpresas, onde nunca um jogo com uma temática, a principio, vazia foi tão completa e divertida de jogar e conhecer o universo criado para a série.


"Foice é pra furar os pneus e sair correndo mano!"

A jogabilidade é praticamnete idêntica à das versões anteriores, assim como aquela velha dificuldade absurda, que quando você tiver bom o bastante pra ela, vai ser difícil achar alguém para te acompanhar no multiplayer, que também rende ótimas horas de jogatina e é porreta pra variar o estilo de jogo.


Transformers!

O visual do game é incrível até hoje, com destaque para as carangas que têm uma posição diferente para cada arma, e tudo o mais, como luzes e tal, perdendo apenas para alguns detalhes bobos, como árvores ainda em 2D! Tipo, tá certo que é um jogo velhinho e tal, justamente por isso ele passa tranquilo.


"Ae vamo parar com esses tiros, eu só quero um sorvetinho pô!"

Mas mesmo assim os detalhes aqui fazem a diferença, você percebe que esse é um game feito com muita dedicação, para ser um dos melhores do console, e é até hoje. Quem comprou a primeira versão na época tinha direito de solicitar gratuitamente a versão online, que estreou esse serviço no PS2.


"Quem quer um estepe grátis na fuça?"

Uma detalhe que chama muita atenção é o menu, que é uma cena em 3D toda pré-renderizada em que você navega em meio ao caos congelado no melhor estilo Matrix que até hoje é, com certeza, um dos melhores.



Olha aí o menu mais foda de todos os tempos!

A ação é ininterrupta (que novidade), tiros são constantes e a destruição inevitavél. Neste, temos grande destaque para o trânsito e, em algumas pistas, a interatividade durante a ação, além dos participantes que não te deixam em paz para dar uma curtida, destruir o cenário e descobrir diversos easter eggs.


"Olha lá o maluquinho carbonizado! corre! corre!"

Outra coisa que merece destaque são as cenas de cada personagem (epílogos/finais), mostrando a trajetória de cada um, geralmente acabando da forma mais inesperada possível, sempre encerradas com a música "Paint in Black", do Rolling Stones, que cai como uma bela cereja nessa obra macabra, dando sensação de puta que pariu toda vez que ela toca.


"As crianças tão zuando na caixa dágua lá na frente!"

Se você nunca jogou nenhum game da série (depois de levar uma bela surra) pode começar por esse, que é o top de toda utopia que mesmo pintando de preto todos games coloridos da era PS1, ele mudou pra melhor e rende muitas horas de explosões o que faz qualquer gamer feliz e satisfeito.

Prós e Contras
- Gráficos Primoros
- Clima Dark caiu muito Bem
- Ótimas CGs
- Tem História!
- Coisas em 2D
- Dificuldade elevada


Vídeo



Posted by Shinkoheo 14:31 Links para esta postagem