Rede 4G: beta | Podcast | PS2 | Wii | x360 | PS3 | Mobile | PC

Mostrando postagens com marcador 2003. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2003. Mostrar todas as postagens


Max Payne 2: The Fall of Max Payne




Gênero: Ação / Aventura
Produtora: Remedy Ent.
Distribuidora: Rockstar Games
Lançamento: 02/12/2003
Nota: 8,7

Revision
Depois de ser tão citado como influências a outros, finalmente Max Payne 2: The Fall of Max Payne tem sua análise para esclarecer de uma vez por todas o porquê desse game ser tão clássico e obrigatório para os portadores de um PS2.


O Cara abotoou a gravata pra sair legal na foto!

Max Payne foi pioneiro pelo seu estilo de mira com um sistema de primeira pessoa adaptado para terceira com muito primor, assim como a sua marca registrada, o efeito bullet time (que chega a ser mais digno que os dos filmes até agora), em que tudo fica em câmera lenta e tu podes encher os outros de pipoco enquanto cai lentamente ou dá alguns saltos, no melhor estilo "Matrix".


Se você for um player incopetente Max Payne te mata!

A história é digna daqueles filmes policiais entre os anos 80/90 (lembrando bastante "O Troco", mas com um cara bem mais obcecado que o Mel Gibson), com um clima frio e sujo, que é levado por uma história em quadrinhos que vai desvendando cada passo da trama, que é bem Justiceiro style (família morta, ex-policial, drogas... essas coisas).


"Eu só quero meus 30 conto, seu safado!"

Os gráficos desta versão são soberbos, com uma física surpreendente. O nível de detalhes chega a ser até exagerado para o console, em certas horas quando você não sabe o que fazer, acaba descobrindo interatividades geniosas com os cenários, como o parque de diversões e o último "mestre", este com um método bem simples de detonar, mas que não passa na cabeça de ninguém na primeira.


Deve ter rolado um puta festão aqui...

Defeitos? Digamos que por mais que os gráficos sejam bons, as texturas em certas partes são meio pobres, assim como o fato de ocupar mais de 2 Mbs em seu memory card, que não é algo nada cômodo, fazendo com que você salve e logo o apague para libeirar o espaço. Isso faz com que você o jogue de vez, já que a fila de jogos competentes anda bem grande hoje em dia.


O que está acontecendo com os braços de Max? Seria o Master of Puppets?

Finalizando, Max Payne 2 é o auge de um clássico do gênero e é um grande marco por sua jogabilidade e interatividade, fazendo deste um game digno de estar na coleção de qualquer retardado por PS2 que se preze.

Prós e Contras
- História Foda!
- Controles Preciso
- Ação envolvente
- Física impecavél
- Som ótimo até hoje

- As cenas em HQ são meio chatas
- 2Mb dde memoy card é sacanagem!


Vídeo


Posted by Shinkoheo 12:00  



Downhill Domination



Gênero: Corrida
Produtora: Incognito
Distribuidora: SCEA
Lançamento: 23/07/2003
Nota: 8,2



Revison
Um game pra lá de incomum e, se duvidar, o único da espécie com tal diversão até o momento, Downhill Domination é um dos jogos mais empolgantes de corrida (sem ser de carro) que existe.


Photobucket - Video and Image Hosting
Visã ode dentro do carro! ...err bike! Sem ser tosca!

O objetivo aqui é descer montanhas em corridas frenéticas repletas de manobras e obstáculos com suas montain bikes em ângulos que beiram os 90 graus (o negócio é muito íngreme), dando até um puta frio na barriga pra você que está jogando do lado de fora da tela!

Photobucket - Video and Image Hosting
Não há amortecedor que evite de o banco entrar no teu rabo depois de um salto desses!

Com jogabilidade simples, o game lembra o saudoso Road Rash, havendo a possibilidade de encher os adversários de porradas, pauladas e pedradas, sempre pedalando e descendo, pedalando e descendo, de uma forma tão bacana que você nem sente falta de motor!

Photobucket - Video and Image Hosting
"Volta aqui maluco, devolve meu headphone!"

O visual do game é fantástico, tendo destaque para as "pistas", hã... bem, o cenário é extremamente aberto e com muitos caminhos para se escolher, já que tudo indica que o lugar é la em baixo. Há detalhes como animais na pista e o clima que, em meio a tempestades, é cheio de raios que caem em arvores, abrindo novos caminhos. Isso ainda hoje é um deleite visual e interativo.

Photobucket - Video and Image Hosting
Aqui se anda de bike de chuteira pra dar uns kicks nos manés!

As quedas dos saltos (tão absurdos que se fossem reais o banquinho da bike iria parar na garganta) fazem qualquer um que estiver jogando arregalar os olhos e soltar um "puta que pariu!", entre outra exclamações.

Photobucket - Video and Image Hosting
Ah, essa é a manobra preferida dos dentistas!

E se você está pensando que só porque é tudo descida o negocio é curto, está muito enganado! Existem corridas que demoram cerca de dez minutos só descendo, e vão te fazer jogar com um cantil do lado de tanto pedalar e no final você vai curtir o menu pra dar aquela respirada e aliviar toda a tensão da corrida.

Photobucket - Video and Image Hosting
"Que horas são? Sei lá olha aí!"

Existem também possibilidades de equipar sua bike com equipamentos de marcas reais do meio ciclístico para se obter melhoras na performances. O motor não está lá, mas isso não impede o game de ter nitros no meio da pista que vão te fazer voar muito mais alto.

Photobucket - Video and Image Hosting
Com essas ladeiras, nem São Francisco salva!

No geral, Downhill Domination é um game recomendado por sua exclusividade de estilo e toda a criatividade que forma ele. Ideal para quando você olha aquela sua montueira de jogos e pensa "putz, o que eu vou jogar hoje?" esse aqui sempre será uma ótima escolha.

Prós e Contras
- Porrada na corrida!!
- Visual foda até hoje
- Adrenalina garantida
- Pedalar dói os dedos
- Trillha sonora sem muito destaque


Vídeo


Posted by Shinkoheo 10:05  



The Kinf of Fighters: Maximum Impact



Gênero: Luta
Produtora:
SNK
Distribuidora:
SNK
Lançamento: 02/11/2003
Nota: 7,5



Revision
Mais um jogo velho desenterrado da estante, The King of Fighters: Maximum Impact é como
Fatal Fury: Wild Ambition foi para o PS1 na época. Agora você se pergunta: isso é bom ou ruim?


Um Cowboy capoeirista WTF?

The King of Fighters pode ser considerada uma das melhores séries de luta 2D de todos os tempos, e isso é incontestavél, pois passar por mais de dez sequências sem ao menos mudar a engine não é pra qualquer um. Para comemorar os dez anos da franquia, a SNK lançou a sua primeira versão 3D do clássico exclusivamente para os portadores de um PS2.


"Are U OK? Bustaaaaaaaa Wulfffff!"

O jogo conta com alguns dos principais personagens da série, como Kyo, Iori, Ryo, Terry, K, Athena, Mai, Ralf, Leona, Clark e por aí vai, todos com suas vozes e roupas originais (além de algumas alternativas bem interessantes, uma vantagem do 3D) e alguns personagens novos exclusivos desta versão.


Andógeno o cacete é um boiola mesmo!

Existem também personagens novos, como a Lien, que chega para desbancar Mai com seu belo par de poligonos balançantes, assim como os irmãos Alba e Soiree Meira, que estampam a capa, uma rapariga chamada Mingnon, que não é nenhum filé, e o chefe filhodaputaço Duke.


Ahh vocês têm que ver isso pulando na abertura!

Os golpes saem com uma facilidade absurda e muito apelativa para os viciados da série, deixando o game desbalanceado com personagens bem apelões e outros bem mongos e, se você for encurralado no canto da tela, já pode dar continue que o bagulho é apelação nonsense em algumas horas.


Óia, essa ele aprendeu com o Ryu no Marvel Vs Capcom!

Os gráficos não são nenhum supra-sumo, mas dão pro gasto, sendo bem superiores a alguns como Dead or Alive e mais expressivos diante de um
Mortal Kombat, com movimentos que aparentam mais adaptações do 2D do que capturados. É um game bem surreal em alguns momentos, fazendo com que fãs de jogos de luta fiquem indecisos entre a satisfação da adaptação fiel ao 2D ou algo fora de um mundo 3D.


"Não adianta dar defesa rapá, tu vai se fuder!"

O jogo soa como um anzol para fisgar novos consumidores para a série, e essa pretensão foi bem aceita no seu lançamento, o que fez com que o povo bitolado em games 3D virasse fã dos The King of Fighters antigos, aliás, se vocês observarem, nunca houve tantas collections e remakes de KOF depois do lançamento dessse título.


Depilação de suvaco nota 10 para Yuri!

História, bom, ela é bem insignificante, sem nada pãs, já que envolve mais os dois personagens novos e nossa nova peituda do que outra coisa, e chega a ser até chato as chamadas repetitivas de cada round com um anfitrião bem escroto que te guia pelo game (coisa de japonês), mas até que são recompensadas por algumas exclusivas para certos personagens.


Maiô atochado no rego...

No final das contas, KOF Maximun Impact agrada no geral, não deixa de ser um bom jogo de luta 3D, um pouco mais técnico que Tekken e melhor elaborado que um Street Fighter EX. Quando se fala em diversão, golpes especiais e um ótimo mano a mano é um puta jogo, (e num era isso o
Fatal Fury: Wild Ambition que eu falei lá no começo?) e ainda arrisco dizer que essa é uma das melhores conversões 2D para 3D!

Prós e Contras
- Jogabilidade fácil e ágil
- Looks good on 3D!
- Som maneiro

- Cenários pobres
- Apelão pra cacete
- Chefe filho da puta!
- Poucos personagens


Vídeo


Posted by Shinkoheo 12:44  



Evil Dead: A Fistful of Boomstick



Gênero: Ação
Produtora: THQ
Distribuidora: THQ
Lançamento: 23/06/2003
Nota: 6,8


A Rê Vendo
Filmes são uma grande inspiração para os videogames, e isso não é novidade pra mais ninguém, mas quando surgem games derivados de filmes de terror B, a regra já mostra que estamos esperando um jogo tão B quanto o filme adaptado.



Resolvendo Problemas Internos...

Baseado na série de filmes "Evil Dead" ("Uma Noite Alucinante" aqui no Braza), que fez honras no Cine Trash e nas noite da Bandeirantes, sendo as primeiras produções de Sam Raimi, o hiper-cultuado diretor dos filmes do Homem-Aranha, que, aliás, perdeu a mão ultimamente.


Nas CGs o Ash tá com uma cara meio estranha...

O filme conta uma história caótica sobre um livro dos mortos que libera os espíritos do mal e começa a transformar as pessoas em deadites (uma espécie de zumbis-possuidos) e o nosso herói, Ash, o único que não foi amaldiçoado, a não ser pela sua mão direita, que se virou contra ele e o atazana em toda parte tentando matá-lo (é meio doido, mas é legal, porra!).


"Pelos poderes de Gray Skull!"

Bom, vendo-se ameaçado com sua namorada e seus amigos querendo comer sua cabeça, Ash só tem uma escolha: pegar sua espingarda de cano serrado e a mais brilhante de todas ideias: colocar uma motosserra aonde ficava a sua mão possuída para reduzir esses seres em pedaços, que é a unica forma de acabar com isso, só a cabeça não basta!


"Come get some!" Guerra civil é o caralho!

Agora, olha para tudo isso e me diz se não dá um ótimo jogo? Pois é, em Evil Dead: A Fistful of Boomstick, você verá uma sequência alternativa a história dos filmes, viajando no tempo e matando trocentos zumbis-possuidos e bichões esquisitos com ajuda de uma combinação de sua fiel motosserra para destroçar todos no seu caminho, ainda contando com alguns poderes mágicos que serão usados no decorrer do game para abrir passagens e matar hordas de inimigos.


Foto de versão beta do jogo, na final, os mostros parecem com alguma coisa

O game lembra muito o estilo do State of Emergency à primeira vista: seu personagem é bem detalhado e bem caricato, com o ator Bruce Campel (original da série, que gravou todos os diálogos que deixam o game com um senso de humor impagavél), mas em compensação, os cenários são bem pobres e sem vida; os inimigos se resumem em alguns tipos bem repetitivos, o que tira um pouco da dinâmica do game, que acaba ficando bem curto.


Ninguém pega Ash por traz, imbecil!

O som, assim como as cenas, está na média, apesar de alguns efeitos darem umas travadinhas(um bug do game), mas nada que comprometa muito no resultado final, já que o que importa para quem joga esse game é estar na pele de Ash, que conta com uma mobilidade simples, mas bem legal, já que se pode sair dando motosseradas enquanto se mira no sujeito que está atrás de você dando tiros de costas, e isso muito antes de qualquer Devil May Cry.


Putz, mataram o Link, do Zelda!


Té certo que o game já é meio velho e estava ótimo para o padrão da época, porém, hoje acaba deixando a desejar para outros do gênero, mas para quem é fã da série de filmes e quem joga Evil Dead desde o PS1 (é, existe uma versão bem mais sombria, a lá Resident Evil), esse vale bem a pena, já que leva um estilo bem arcade de muito mata-mata e, digamos, é uma matança bem estilosa, sendo isso que faz o game no final.

Prós e Contras
- Estilão arcade

- Gore n blood
- Bruce Campell
- "Come Get Some!" Original
- Gráficos datados
- Limitado
- História meia-boca


Vídeo

Posted by Shinkoheo 10:15  



HULK



Gênero: Aventura
Protudora: Radical Ent.
Distribuidora: Universal Interactive
Lançamento: 27/05/2003
Nota: 4,2



A Rê Vendo (Rapidinha)
HULK, taí um jogo que mereçe o fundão da prateleira, (só o fato de não ter o "The Incredible" antes já é o suficiente), foi o jogo do verdoso aí que saiu lá pra 2003 junto seguindo a história do filme do Ang Lee (Com o bichin digitalizado, melhorou?), tanto o filme quanto o game foram tão meia-boca que acabaram com a reputação do bichinho.


Photobucket - Video and Image Hosting
"Caralhhoooo, vô borrar as calças!!"

Feito às pressas, como já é de praxe, o game conta com as opções de você controlar Bruce Banner e o Hulk. Controlar Banner é um saco (também, pegaram um ator que só sabia fazer propaganda de cueca), pois as missões se resumem a se infiltrar em bases militares e laboratórios a lá Metal Gear, só que bem mais podrinho e simples, e quem num jogo do Hulk quer brincar de esconde-esconde?

Photobucket - Video and Image Hosting
"Cara eu acho que vi um Romulano!"

Já com o Hulk é na base da paulerinha, quebrando quase tudoe e passando nervoso por tranqueiras inquebravéis e o controle limitado, assim como o cenário. E pra piorar o o cara tá com uma cara de retardado que só vendo! É pra foder de vez.

Photobucket - Video and Image Hosting
"Hulk ter problema mental, mim não saber se te bate ou beija"

Os gráficos são pobres e chapados demais (no mal sentido), nas CGs a intenção era ser um cell shadding, mas isso não se aplica no game, e os modelos dos atores são os piores já vistos, fazendo com que a diversão seja tão limitada quanto o próprio game, vale só pela curiosidade e pra fechar coleções, e se vc viu com nota 7 na gamespot e em qualquer outro lugar pode ter certeza que foi pelo furor da época ou uma molhadinha de mão básica.

Prós e Contras
- Na época teve um impacto(zinho)
- Chato pra caraleo
- Gráficus nojentus
- CGs Meia-Bocas
- Controle Retardado
- Stealth???


Vídeo


Posted by Shinkoheo 12:34  



Jak II



Gênero: Aventura
Protudora: Naughty Dog
Distribuidora: SCEA
Lançamento: 14/10/2003
Nota: 8,5




A Rê Vendo
Depois de fazer o fofíssimo
Jak and Daxter em 2001, os safados da Naughty Dog decidiram fazer uma revolução na série. Esqueça as florestas felizes! Aqui o que impera é a selva de pedra!

Photobucket - Video and Image Hosting
Oia, é o Tony Hawks das zoreba puxada!

Jak II traz uma história que se engancha com perfeição no fim do primeiro(se você não viu, nem esqueta, pois você vai ver na abertura desse mesmo).

Photobucket - Video and Image Hosting
"Pode vir rapá, cadê o Pumba pra te ajudar agora?"

Os heróis ativam um portal maluco dos tais precursors e acabam sendo tragados por eles. Lá, Jak é preso e Daxter consegue fugir. Dois anos depois(nesse meio tempo ocorre o game Daxter de PSP que logo logo vai estar no PS2), Daxter salva nosso amigo Jak (que aprendeu a falar), que jura vingança àqueles que fizeram terríveis experiências com ele, sendo que a, graças a elas, gora ele pode se transformar em Dark Jak.

Photobucket - Video and Image Hosting
"Velho sacana! Não pára de olhar meu rabicó!"

As novidades no game são gigantes! Primeiro, depois de toda a mundança de ritmo pra algo mais sinistro, agora a idéia do jogo é bem chupada de GTA: uma cidade a ser explorada com pessoas, puliças, carros voadores, supermotos para serem furtadas e sistema de missões muito semelhantes às da série da Rockstar.

Photobucket - Video and Image Hosting
Perdido nas florestas de Halo

A diversidade de missões é bem maior, nada mais de coletar power cells para abrir portas. O combate também mudou com a adição de armamentos de guerra, que vai de pistolas a fuzis (tudo no estilão exagerado), agora é mole meter chumbo nos vermes malditos.

Photobucket - Video and Image Hosting
"Tô parecido com o Duke Nuken?"

Isso tudo fora as side missions, tradicionais também nos jogos estilo GTA, e as novas habilidades de combate cedidas de lambuja pelo Dark Eco.

Photobucket - Video and Image Hosting
"Cara sente so o tamanho da minha piroca!"

Na questão dos gráficos o jogo deu um salto evolutivo! Texturas em melhor resolução, bem mais poligonos, tanto nos cenários quanto nos personagens, maior quantidade de pessoas na tela de uma vez, fora a velocidade dos veículos, tudo rodando suave como sempre e com o áudio equivalente, com dublagem impecável, ótimo sincronismo labial e músicas bacanudas.

Photobucket - Video and Image Hosting
"Cara, você não serve pra mim e corta esse cavanha que tu pareçe uma biba!"

Jak II é um jogo que vale a pena mesmo para quem não jogou o primeiro. Foi uma puta bola dentro pros cachorros safados!

Prós e Contras
- Gráficos melhorados em relação ao primeiro
- Enredo caprichado
- Mudanças no foco da série pra melhor
- Combate melhorado
- Armas
- Veículos rules!
- Hoverboard (dá-lhe Mcfly!)

- Ainda alguns probleminhas de câmera
- Algumas missões muito difíceis


Vídeo



Legendas por Shinkoheo e Vivard


Posted by Lio 08:02  



Guilty Gear X2



Gênero: Luta / 2D
Produtora: Arc System Works
Distribuidora: Sammy Studios
Lançamento: 03/02/2003
Nota: 8,1



A Rê Vendo
Na época do lançamento, esse game foi a prova que o 2D não morreu e hoje é a confirmação de que ele nunca vai morrer. Com gráficos que vão além de qualquer outro game do gênero até o momento, Guilty Gear X2 (ou XX se você fritar pastel*) é praticamente um desenho animado no melhor estilo animê, com frames muito rápidos e efeitos de deixar qualquer Marvel vs Capcom na mesmice.


Photobucket - Video and Image Hosting
Porra, decide se tu vai ou vem, rapá!

A jogabilidade é extremamente rápida e os combos são muito fáceis de aprender, é para encher de bolhas as mãos de qualquer um, pois vicia muito e faz qualquer um querer tirar o máximo da bagaça, já que o nivel de dificuldade meio hardcore exige isso.

Photobucket - Video and Image Hosting
Bisturi vs Guitarra? Lógico que um bicorde já dá um pau nisso

A dificuldade do game vai aumentando gradualmente, deixando-o desafiador, mas acima de tudo, muito divertido. Tudo isso embalado por rocks orquestrados que seguem o clima gótico-speedy-fuking-crazy do game, assim como o som com efeitos de primeira.

Photobucket - Video and Image Hosting
Pode vir, grandão, sô aleijada mas te quebro com a mão nas costas!

Os personagens vão ao mais alto nível de criatividade dos japas, com direito a muitas bizarrices, como uma freirinha que luta com io-iôs, um cara enorme que luta agachado, um zumbi que luta de costas (é até difícil saber se você está indo ou vindo), e até um Axl Rose falsificado, contando com mais de vinte personagens, o game é ideal para uma partida de versus com os amigos.

Photobucket - Video and Image Hosting
Não, essa mina não é crente, se for só do rabo quente

Guilty Gear teve sua primeira vesão para PS1 e, desde então, só evolui e mostra que games 2D ainda têm seu lugar até que algum imbecil tente poligonizá-los... isso com alguns até que deram certo como na série Mortal Kombat, mas em casos como King of Fighters ou Street Fighter, o resultado nem se compara ao seu respectivo game com a jogabilidade original.

Photobucket - Video and Image Hosting
Agora vou te encaçapar de quina, seu poser!

*E pra esclarecer os Xis das séries, tipo Guilty Gear XX, e Guilty Gear X2 ou GGX2, são as versões americana ou européia e GGXX é a versão Japonesa ou Coreana, e essa regra vale para todos da série, o que gera uma pusta confusão de Xises, e dessas versões podemos destacar a Coreana que, diferentemente das outras, tem trilha sonora diferenciada, contando até com vocais nas músicas.

Prós e Contras
- Animação de primera
- Combos arregaçadores
- Músicas
- Difícil pra porra
- Pode causar bolhas nos dedos


Vídeo




Posted by Shinkoheo 16:56  



Splinter Cell: Stealth Action Redefined



Genero: Acão / Stealth
Produtora: Ubisoft Shangai
Distribuidora: Ubisoft
Lançamento: 08/04/2003
Nota: 7,8



A Rê Vendo
Quando foi lançado para Xbox, esse game queria fazer sua graça, aí a Sony "inventou" de mandar ele para o seu PS2 sabendo o que viria: um sucesso de proporções únicas, um game pra tretar com o "irmão mais famoso", Metal Gear, com toques de Hitman, porém com um nome bem mais bacana, e o que aconteceu? Conquistou fãs rapidex.



Esses óculos de visão noturna triplo ficaram mais famosos que o jogo

Nele você é Sam Fisher, um agente altamente treinado do Third Echelon, um esquadrão de caras tão secretos, mas tão secretos, que, se vacilar, nem eles sabem que existem.


"Pelo menos eu posso dar uma cagadinha em paz!"

Com um estilo "zen", Sam pode ser considerado um ninja moderno, e com direito ao uso de uma tecnologia de fazer inveja ao James Bond.


Acertar o alvo sem pegar no laiser... pra conseguir tem que ser muito sacudo!

As missões são bem bacanas e de relativa complexidade, não é um game pra quem espera o estilo Rambo de ser (dar tiros até na sombra), muito pelo contrário, é um jogo em que se deve ser o mais discreto possível, uma vez que alarmes disparados acabam com sua festa (e missão em seguida). Ah, esconder corpos é uma parada legal também.


Só as trepadeiras!

Uma das coisas super bacanas do game são os movimentos de Sam. Dá pra fazer rapel, usar os inimigos como escudo, atirar garrafas pra desviar a atenção dos oponentes de vez em quando ou pra pegar o cidadão sem muito stress...


Nada como um sniper pra aliviar o stress

Os gráficos são outro diferencial, são bem bacanas, com uma ou outra imperfeição, coisa de primeiro game, mas o jogo vem com uma missão a mais do que a versão do Xbox pra compensar tal “mancada”.


Copiaram o Batman do Adam West e Burt Ward na cara larga!

A trilha sonora é boa, inclusive não é alta pra não ter problemas com o ambiente sonoro, que é importante pra caralho num game do estilo stealth. Os diálogos também rendem coisas bacanas, como até mesmo uma ou outra conversa sobre outros games da Ubi, e algumas piadas sem graça, mas que dão uma emoção.


Preto e branco é recorso básico em jogos de ação

A inteligência dos inimigos também é bem equilibrada, com exceção ao nível mais difícil, que torna o lance de stealth mais legal e deixa os caras com ouvidos de lince. Nele, se você der um vacilo no estilo de andar, eles te pegam, aí...


Tu tem que achar a caixa preta, mano!

No final das contas é um jogo bem bacana e que merece lugar na coleção de qualquer um, a não ser que você seja fã de Metal Slug.

Prós e Contras
- Gráficos belezura
- Uniforme mó legal
- Jogabilidade bacana
- Som bom pacaralho
- Hoje soa como coisa antiga

Vídeo



Legendas por Vivard

Posted by mcfly 22:01